Líder Share: mais benefícios, menos custos


Programa de compartilhamento da Líder Aviação oferece alternativas a partir de 80 mil dólares

Praticidade, redução de custos e conforto. É com este tripé de vantagens que a aviação executiva também adere à economia compartilhada, prática que tem ganhado força tanto para pessoas físicas, quanto entre empresas que trabalham alternativas para alinhar suas práticas às novas tendências do mercado.

A lógica é simples: o usuário que contrata o serviço tem um avião ou helicóptero à disposição, e tem direito a uma determinada quantidade de horas de voo. No caso do programa oferecido pela Líder Aviação, o Líder Share, o cotista tem direito a voar até 12,5 horas por mês. Quem adquire, por exemplo, uma “cota” para um jato de seis passageiros, paga um buy in (taxa de entrada) de 80 mil dólares para um contrato de um ano. Demais custos – como tripulação, seguro, hangaragem, entre outros – passam a ser rateados, reduzindo, assim, as despesas.

O Líder Share é ideal para clientes que voam com uma frequência que torna o fretamento menos vantajoso, mas que, por outro lado, ainda não justifica a aquisição individual do equipamento. Portanto, ao compartilhar, o usuário otimiza seu investimento, já que a aeronave fica menos tempo em solo, e as despesas fixas são divididas entre os cotistas.

Outro diferencial do programa é que o cliente não compra uma parte da aeronave, mas um direito de uso do aparelho. Dessa forma, ele sabe exatamente quanto vai gastar e tem total previsibilidade do fluxo de caixa. O cotista pode optar por contratos de um a cinco anos e a entrada é imediata, ou seja, o cliente não precisa aguardar outros cotistas para começar a voar.

Segurança na operação

O Líder Share também oferece a segurança como diferencial. O programa tem a Líder como uma das cotistas e operadora de todas as aeronaves. Desta forma, a empresa torna-se responsável pelo gerenciamento e operação dos equipamentos. O Líder Share é o único programa do mercado que segue as regras das empresas de táxi aéreo (RBAC 135), por isso, está submetido a uma legislação mais rigorosa que a de operador privado (RBHA 91).